Terceiro Turno: Episódio #3 – Brazil Startup Report

Jul 17

Dicas e links relacionados:
Brazil Startup Report - http://pt.slideshare.net/WorldStartup…
Gym Class Hero - http://www.youtube.com/watch?v=dWYPtC…
Dealbook - http://dealbook.co/
Typeform - http://www.typeform.com/
Have a Coffee - http://haveacoffee.com.br/

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Confiram o Brazil Startup Report!

Jul 3

Alô Alô, câmbio.

Nos últimos meses estive bastante envolvido com pessoas fantásticas como Bowei Gai e Drew Beaurline em um projeto para catalogar dados e organizá-los de forma amigável sobre o mercado brasileiro de startups. Esta semana, tive a oportunidade de lançar com a equipe do World Startup Report, o  Brazil Startup Report.

Esperamos que este material seja interessante para a comunidade empreendedora brasileira e sirva como um guia simplificado, direto para quem quer entender as startups do Brasil. Espero que gostem e caso tenham algum feedback, não deixem de comentar e compartilhar nas redes sociais! Confiram também o Wiki do projeto e não deixem de contribuir ;)

Novidades: Episódio novo do Terceiro Turno e me preparando para relançar o Webholic

Jun 11

E aí pessoal, tudo bem?

Long time, no see! Muito tempo sem blogar por aqui, mas boas coisas rolando. A primeira é que estou relançando o Terceiro Turno, meu videocast com o @eusoumatt e o @gustavocaetano onde falamos sobre empreendedorismo, startups, venture capital e tomamos algumas cervejas enquanto batemos papo contando as aventuras da Samba Tech, da Rock Content e do Beved. O primeiro video da nova temporada conta com o apoio especial dos amigos Marlos Carmo e Guilherme Araújo, além do apoio fantástico da RC Digital e do pessoal do Startupi. Se se interessar, você pode assistir o episódio aí emcima. E é claro, se curtir, por favor compartilhe com os amigos, não deixe de assinar o canal do Youtube e dê like na nossa Fan Page no Facebook!

Além disso, estou me preparando para reviver este cantinho aqui, com um formato mais pessoal, por isso queria feedback de vocês. Que assuntos vocês gostariam de ler por aqui? Quais os tópicos que sentem que seriam legais de abordarmos em um revival do Webholic?

Resultados Digitais recebe investimentos do Fundo DGF Inova

Oct 22

Muitos empreendedores provavelmente se perguntam: “o que os investidores buscam em uma empresa?” O fato é que para conseguir captar investimentos é preciso, além de ter uma solução diferenciada, conhecimento técnico e alto potencial de crescimento e inovação. Foram exatamente esses atributos que fizeram da Resultados Digitais uma startup qualificada a receber aporte do Fundo DGF Inova, gerido pelo DGF Investimentos, firma que se dedica à gestão de fundos de investimentos em participações; já o DGF Inova, seu 4º fundo, investe em empresas inovadoras com faturamento de até R$ 16 milhões anuais.

A startup, que tem sede em Florianópolis – um dos principais polos de TI do Brasil –  iniciou suas atividades em 2011, comercializa um software de gestão de marketing digital e recebe neste semestre uma rodada de investimento Series A do DGF Inova que vai impulsionar sua capacidade de oferta para o mercado.

“Identificamos na Resultados Digitais um enorme potencial. É uma empresa não só com um produto inovador e muito conhecimento e autoridade no mercado, mas também com uma estratégia sólida para crescer rapidamente e realmente transformar a forma como as empresas fazem Marketing e Vendas”, explica Patrick Arippol, gestor do fundo.

A solução – O produto diferenciado que atraiu os investidores é um software completo para gestão de marketing digital chamado RD Station, que oferece, entre outras funcionalidades: email marketing, gestão de mídias sociais, Landing Pages, gestão de Leads, SEO, automação de marketing e análise de performance, tudo isto integrado de uma forma simples e poderosa.

 

A estratégia que a RD usa para crescer é a mesma que evangeliza para seus clientes. Está baseada na produção de conteúdo educativo sobre o tema de seu negócio e otimização das diferentes funções do marketing digital para garantir melhores resultados. Em função deste trabalho, a empresa já conta com uma grande e fiel audiência no seu site. Só no Facebook já são cerca de 100 mil fãs, números incomuns para empresas do tipo B2B.

Atualmente, a Resultados Digitais possui clientes em todo o país, totalizando mais 300 empresas de diversos tamanhos e segmentos, número que vem crescendo continuamente. “A RD nasceu com a missão de ajudar empresários e gestores de Marketing e Vendas a utilizarem todo o potencial da internet para gerar resultados concretos para o seu negócio.”, explica Eric Santos, CEO da Resultados Digitais. “Entendemos que hoje temos um modelo muito eficiente para atrair e gratificar nossos clientes e, portanto, estamos no momento certo para acelerar o crescimento da empresa”, acrescenta.

Destino dos investimentos – Os investimentos serão aplicados, em primeiro lugar, no fortalecimento do RD Station. Novas funcionalidades importantes para incluir na solução já estão sendo desenvolvidas. “Temos uma visão grandiosa de como o produto pode evoluir para atender e gerar ainda mais resultados com o marketing digital”, diz Santos. A primeira grande novidade pós-investimento tem data de lançamento prevista para novembro.

Além do upgrade no produto, a empresa vai passar por um processo de expansão que envolve metas comerciais arrojadas e a intensificação das estratégias de marketing. Também estão entre os planos: a ampliação de parcerias em âmbito nacional, com o objetivo de oferecer serviços de ponta para os clientes, e o início das operações de uma filial da Resultados Digitais em São Paulo. Todas essas ações têm início ainda em 2013. A expectativa é que a empresa quadruplique a sua base de clientes até o final de 2014.

Sobre a Resultados Digitais

Especializada em Marketing Digital, a Resultados Digitais é criadora do RD Station, um software completo para gestão e automação de marketing online. A ferramenta contém uma série de funcionalidades para atração e conversão de visitantes qualificados em leads e clientes, relacionamento nos diferentes canais e mídias, além de análise de performance e otimização do funil de vendas.

A empresa oferece, ainda – por meio de seu site, blog e mídias sociais – uma série de materiais gratuitos sobre marketing digital, sendo referência nacional sobre o tema.

Mais informações em: http://resultadosdigitais.com.br

Sobre o DGF Investimentos

O DGF Investimentos é um grupo brasileiro dedicado aos investimentos em participações, modalidade também conhecida como Private Equity e Venture Capital. O DGF Inova é o carro chefe da plataforma de early stage da firma, hoje um dos principais fundos de venture capital no Brasil, com foco em empresas com alto potencial transformador nas áreas de Internet, Mobile, Cloud / Saas, Big Data (business intelligence) e business services. Investe em empresas em estágio inicial, e geridas por empreendedores experientes e comprometidos.  O fundo é gerido por executivos com longa experiência empreendedora e de investimentos, adquirida desde os anos 90 no Brasil e no Vale do Silício nos últimos 10 anos. Sua base de investidores tem como âncora a Finep e, além do próprio DGF Investimentos, inclui, executivos e “super angels” do Brasil, Argentina, EUA, e Europa.  Focado no retorno ao seu investidor, o DGF Inova foi montado visando também fomentar o empreendedorismo no Brasil, ajudando empreendedores a criar casos de sucesso e se tornarem referências de nível mundial.

Startup Brasil: A verdade nua e crua

Aug 1

Autor convidado: Matt Montenegro, publicitário especializado em Design de Interação, é um empreendedor desde sua adolescência, quando começou vendendo na escola a sobra das pizzas da janta de domingo. A partir de 2009, depois de conquistar o império de balas e doces onde estudava e passar por algumas agências de publicidade, passou a trabalhar com startups. Fundador do Beved, a maior comunidade de aprendizado colaborativo do Brasil, Matt é Gerente de Produtos e UX Designer na startup de educação que fundou em 2012. Este artigo foi publicado originalmente no blog do Matt.

Quando soube do programa Startup Brasil, fiquei muito animado. Pensei comigo mesmo que seria uma grande oportunidade do Brasil fazer algo bacana. Quando anunciaram o Felipe Matos, fiquei mais esperançoso ainda. Só que no Brasil, nada que idealizamos acontece. Quando anunciaram a Copa e Olimpíadas aqui, achei quer seria a chance de fazer algo certo e deixar um legado, mas vejam o que aconteceu. Isso serve, letra por letra, para o Startup Brasil. Bom, é verdade que é o primeiro programa deste porte no país e que foi feito um grande esforço para que ele saísse do papel, e isso é louvável. Por isso é justo destacar que é um projeto com potencial, porém no momento, tem sido mais tapas na cara que qualquer outra coisa.

Tive o cuidado de estudar bastante o edital para startups e também de conversar com especialistas em editais, além de ter tido oportunidade de me reunir com a Acelera MG em ao menos duas oportunidades e também de conversar com vários outros envolvidos no processo, tendo vários empreendedores como testemunha de todas essas conversas além dos e-mails registrados que, em caso de morte ou similares, servirão de prova do que estou dizendo.

Aceleradoras

As polêmicas deram início já no primeiro edital, destinado às aceleradoras. A grande surpresa se deu pela seleção de nove e não seis aceleradoras como foi anunciado originalmente. Não obstante, várias aceleradoras nem existiam quando foram escolhidas. Acelera MG, Microsoft, Outsource Brasil e Start You Up eram recém nascidas, sem contar outras que nem tinham acabado sua primeira rodada de aceleração, como a Aceleratech, por exemplo.

Lembro-me, que nem site algumas aceleradoras possuíam. E, vou compartilhar um pouco do que eu sei e posso provar sobre a Acelera MG.

Como já disse, a Acelera MG é uma aceleradora nova. Não possui nenhuma experiência. Mas não é somente isso que ela não tem(não tinha quando foi selecionada). Quando selecionada, a mesma não possuía um coordenador, que após ter sido aprovada, contratou Felipe Byrro para esta função, conjunta com Yuri Gitahy. A Acelera MG não possuía, até então, local para acelerar as empresas. Inclusive, o local está em reforma neste momento. Os mentores da lista publicada não haviam sido procurados com antecedência para disponibilizar seus respectivos nomes nela. Até hoje, nomes não autorizados, permanecem lá. Por último, houve uma contra-partida do Governo Estadual de Minas Gerais de R$200.000,00 para cada startup selecionada. Porém, deste montante, apenas R$50.000,00 serão repassados para o empreendedor. O restante, até hoje, não sabemos para onde irá. Após inúmeros e-mails com Wilson Caldeira, Yuri Gitahy, Felipe Byrro e outros, não foi dado uma posição sobre isso. Ao contrário, segundo Wilson Caldeira, essa contra-partida do Governo Estadual que seria destinado às startups seria utilizado para custear a Acelera MG.

Tenho todos os e-mails sobre essas conversações. Também, graças a Deus, outros empreendedores podem testemunhar favoravelmente no que diz respeito a todas as informações que acabo de dar.

Se pergunte comigo: Como uma aceleradora dessas foi aprovada? Sem trackrecord, sem planejamento, sem equipe. Uma aceleradora engraçada, não tinha dinheiro, mentor, estrutura, não tinha nada.

Startups

Antes de falar sobre as startups selecionadas, gostaria de enfatizar que eu não participei do processo. Estou isento, não estou defendendo nenhuma causa em meu favor, nem em favor de ninguém em especial.

Gostaria de parabenizar todos que se inscreveram e que conseguiram passar. É uma grande vitória. Porém, algumas coisas precisam ser levantadas sobre as startups aprovadas e suas relações com todo o processo do programa. Vamos analisar alguns casos, já relacionando com o ponto que eu entendo ser o mais polêmico: Várias startups selecionadas já foram aceleradas, algumas já receberam até investimento e agora estão sendo “re-aceleradas” pelas mesmas aceleradoras.

  • 21212: Aentropico, EasyAula e Estoks(Bidcorp)
  • Acelera MG: Uaizo e AppProva*
    *AppProva é uma startup incubada na Fumsoft, gestora da Acelera MG.
  • Aceleratech: Convenia e Timobox (spin-off da Timolico, já acelerada pela Aceleratech)
  • Pipa: LoveMondays
  • Start You Up: Payparking e SensorBox
  • Wayra: Intoo*, Prodeaf, Hello Universe* e Chegue Lá*
    *A Intoo, Chegue Lá e Hello Universe ainda não foram aceleradas pela Wayra, apesar de já terem sido selecionadas pelo último processo seletivo que ocorreu há 3 meses.

Qual é o problema aqui? Bom, o problema é simples. As aceleradoras já são sócias das startups acima citadas. Foram selecionadas, ao menos, 15 startups que já são sócias das aceleradoras. As aceleradoras re-acelerarão projetos os quais já são sócias, possuem participação e dividem o lucro(em caso de o mesmo existir).

Além disso, a Aentropico já é estabelecida no Brasil, o que fere o edital o qual participou e, a Uaizo é, segundo informações passadas, de um diretor e mentor da Fumsoft (Acelera MG). Segundo a organização do Startup Brasil, se a Uaizo for selecionada pela Acelera MG, será desclassificada e, por motivos éticos, será encaminhada a outra aceleradora. Também há uma empresa de roupas, que já está no mercado há 18 anos. Aparentemente, esta fere o artigo I, do caráter do projeto para ser apoiado.

Tirando as startups re-aceleradas, temos as startups “fantasma”. Não possuem site, nada. Nem um MVP, nada. Então, fica difícil até avaliá-las. Nem sei o que dizer sobre elas. Vamos a algumas:

  • Sem site: EduSynch, AFTScan, Broader, Executive, Geomais, Leva-la, Motomob, Mundo de Aventura, PayParking, Quero Frete
  • Sites que dão medo: Data Mundus, Data Event, Econo Data
  • Empresa de moda: Totemstore
  • Startup com site, mas sem nada dentro: Timobox

Lembrando que é de peso três, valendo 10 pontos o quesito Solução, onde um dos pontos é “Fase de evolução do produto/serviço”, é meio estranho ver tantas startups aprovadas mesmo tomando um pau danado neste quesito (II.3.1 A).

Conclusão

Deixo para cada um considerar sobre as startups selecionadas quem nem site tem. As que tem um site sofrível, vale lembrar que podem ser grandes desenvolvedores, porém péssimos designers, então “passa”.

Foi dito que as aceleradoras não haviam participado deste processo, etc. Mas as inúmeras fontes, tanto de jornais, quanto empreendedores, mostram que isso não é verdade. As aceleradoras tiveram participação na seleção das startups. As aceleradoras influenciaram um processo e, ao que tudo indica, beneficiaram direta e indiretamente muitos dos seus já acelerados. E mais, se não houvesse um veto da banca, teriam aprovado ainda mais projetos já acelerados.

Mais uma vez, vemos o dinheiro do Estado escoar de maneira, no mínimo, duvidosa nas mãos de pessoas que, infelizmente, não podemos confiar. Precisamos abrir nossos olhos e entender que mentores são nossos outros colegas empreendedores, que aceleração é passar o dia trabalhando no escritório de outra startup, que pitch se faz para clientes e não em eventos de startup e que dinheiro se consegue vendendo seu produto/serviço e não apresentando seu deck para um VC.

E aí, faltou alguma coisa para dizer sobre a verdade do processo do Startup Brasil? Deixe sua opinião para enriquecer nossa conversa.

Informações obtidas através das fontes a seguir:

Nota do editor: Este é um texto de opinião que reflete o ponto de vista do autor.

Métricas financeiras que a sua startup deve acompanhar

Jun 13

Autor Convidado: O ContaAzul é um sistema de gestão para micro e pequenas empresas que ajuda seus clientes nas atividades financeiras do dia a dia. Confira o texto escrito para contribuição no Webholic.

O trabalho de gerenciar as finanças das startups muitas vezes é visto com um certo desprezo pelos empreendedores. É compreensível que os empresários queiram investir seu tempo no crescimento e desenvolvimento de seus negócios e acabem vendo o acompanhamento financeiro como uma tarefa burocrática e pouco interessante. Porém, eles não poderiam estar mais errados.

As métricas financeiras das empresas são dados importantes que ajudam o empreendedor a tomar decisões estratégicas e acompanhar o crescimento da sua startup. Elas são indicadores da evolução do seu negócio e devem ser acompanhados com cuidado.

Veja algumas das mais importantes:

Burn rate

É um sinônimo para fluxo de caixa negativo. O burn rate mede a taxa na qual os recursos financeiros da empresa são gastos. É apresentado no formato “quantia gasta por mês”. Por exemplo: se a sua startup gasta R$5.000 mensalmente e só gera R$2000, seu burn rate é de R$3000.

O burn rate não é apenas um número de fluxo de caixa. Ele é necessário para determinar uma informação vital na sua estratégia de negócios.

Months of cash left

A maior importância do burn rate é que através dele é possível saber quanto tempo resta à empresa, caso permaneça naquela situação. Esta métrica é conhecida como months of cash left, em tradução literal: meses de dinheiro restante.

Para obter o months of cash left, basta dividir o capital disponível pelo burn rate. Após este período, a empresa estará no zero e precisará urgentemente começar a gerar lucro ou conseguir um novo investimento para que não vá a falência.

Acompanhe sempre o burn rate, determine quantos meses lhe restam e compare estes números aos do seu plano de negócios. Se seu months of cash left estiver abaixo do planejado você deve refazer seus planos ou reduzir o burn rate. O fundamental é que este acompanhamento seja constante. Desta forma, você terá tempo de reagir caso algo não esteja indo bem.

Custo de aquisição de cliente

Também chamado de CAC ou Customer Acquisition Cost, é uma medida de quanto dinheiro é gasto na captação de cada novo cliente.

Determinar o seu CAC não é complicado. Você deverá somar todos os custos relativos a publicidade, SEO, marketing, centrais de atendimento, call centers e demais investimentos em aquisição de novos clientes em um determinado período. Depois basta levantar quantos clientes você conseguiu naquele mesmo período e dividir o primeiro número pelo segundo. Por exemplo: se em um mês você investiu R$3.000 e captou 100 novos clientes, seu CAC é de R$300.

Seu CAC tem impacto direto sobre as suas margens de lucro, por isso deve ser observado atentamente. Mantenha registros das mudanças em suas estratégias de aquisição de novos clientes e compare a variação do CAC nestes processos para aprender quais funcionam melhor para a sua startup.

Lifetime Value

Traduzido literalmente como valor do tempo de vida. É uma estimativa de quanta receita um cliente vai gerar durante todo o tempo de relacionamento dele com a sua empresa. É uma métrica que será usada frequentemente junto ao custo de aquisição do cliente.

É imperativo que o lifetime value seja consideravelmente mais alto que o CAC para que suas operações gerem lucro. Se seu custo de aquisição está muito próximo ao valor do cliente, você precisa repensar sua estratégia urgentemente. A decisão exata vai depender do tipo do seu negócio. Você pode tentar reter o cliente por um tempo maior, aumentando seu lifetime value ou reduzir os custos de aquisição.

O lifetime value é, por definição, uma estimativa. É impossível ter certeza de quanto tempo exatamente aquele cliente permanecerá com sua empresa ou quanta receita ele irá gerar. Os diversos modelos para fazer este levantamento variam em complexidade e precisão. Escolha um adequado para as necessidades da sua empresa, mas não deixe de fazê-lo.

Revenue per head

Também apresentada como revenue per employee, ou receita por empregado. É calculada dividindo a receita total gerada pela empresa em um período pelo seu número de funcionários. A receita por empregado é um indicador da produtividade média de cada pessoa que trabalha em sua empresa.

Esta métrica pode ser usada para comparar a produtividade da sua empresa com a de outras que atuem em mercados semelhantes ao seu e também para acompanhar a evolução da sua própria produtividade. Se o seu número de funcionários aumentou e a receita da empresa se manteve igual, por exemplo você pode estar com um problema de produtividade.

Agora que você conhece algumas das métricas financeiras mais importantes, é hora de colocar este conhecimento em prática. Acompanhe estes números e entenda como elas indicam e influenciam a saúde do seu negócio. Você já faz este tipo de trabalho? Acompanha outras métricas que não citamos aqui? Conte pra gente, nos comentários!

Marketing de Conteúdo: a ferramenta certa para divulgação da sua marca

Jun 13

Guest post: Este é um artigo fornecido pela equipe da  Rock Content, uma empresa de marketing de conteúdo que ajuda empresas a produzir artigos matadores. Confira o e-book “Marketing de conteúdo para iniciantes” e não perca os artigos do blog da Rock Content.

Quando você abriu sua empresa, provavelmente fez planejamento financeiro, calculou custos de produção e logística, estudou a gestão, procurou motivar sua equipe e ainda passou buscou se capacitar. Hoje, sua estrutura está bem organizada, mas você sente que pode expandir, alcançar novos mercados. Seu objetivo é, sem dúvida, aumentar o faturamento e os lucros. Mas, a pergunta que vem à sua cabeça é: posso fazer isso? A resposta é um sonoro “SIM”. Você precisa fidelizar seus clientes e tornar sua marca mais forte e atraente. Sua empresa deve ser referência no ramo em que atua. E isso é possível com a formatação de uma estratégia de Marketing eficiente.

Em um mercado tão competitivo quanto o que existe hoje, uma marca deve buscar novos canais de comunicação com os clientes. A boa e velha propaganda e a busca alucinada das assessorias de Imprensa por um espaço na mídia convencional não são mais consideradas diferenciais. Por este motivo, recentemente, o Marketing de Conteúdo se tornou a grande aposta dos profissionais de comunicação que atuam na área corporativa. Essa nova estratégia se transformou em uma tendência e hoje já é realidade. A linha de pensamento é bastante simples: se preciso de espaço, vou criar minha própria mídia para conquistar novos clientes. Porém, atenção, isso deve ser feito de maneira inteligente e com as técnicas corretas.

A geração de conteúdo é muito mais do que a simples inserção dos releases feitos pela Assessoria de Imprensa no site ou no blog da empresa. É preciso também buscar assuntos correlatos à atividade da marca para produção de material informativo de interesse dos clientes. Não se trata de publicidade disfarçada, o Marketing de Conteúdo é como uma prestação de serviço. A partir do momento em que as pessoas estiverem lendo informação útil dentro do blog, do site e das redes sociais de determinada empresa, passarão a considerá-la uma marca confiável. Aos poucos, ela se tornará uma referência. Ou seja, com essa estratégia você vai agregar valor ao seu produto/serviço, ganhar maior credibilidade e atrair novos clientes.

Quer um exemplo prático? Imaginemos que uma rede de academias começe a produzir e publicar informações sérias sobre temas como alimentação, perda de peso, ganho muscular, etc. Com certeza a empresa vai chamar a atenção não apenas de seus alunos, como também de um enorme universo de cidadãos que praticam exercícios físicos com regularidade e se preocupam com hábitos saudáveis de vida. Essas pessoas não vão apenas conhecer a marca, como também se identificar com ela e passar a consumir seus produtos e serviços. E aí: bingo! Alcançamos nosso objetivo!

Marketing é para profissionais. Confie neles.

Digamos que você, empresário, já está convencido de que em pleno século XXI não é mais possível ficar de fora da Internet e decidiu criar seus próprios canais de comunicação online. Você encomendou um site, abriu um blog, criou perfis nas principais redes sociais. Mas e agora?

Você vai precisar de atualizações constantes, para que as páginas não sejam esquecidas. Essa é uma questão muito importante porque sites ou blogs desatualizados podem criar no leitor um efeito muito negativo. Mas, nem pense em soluções caseiras. Esqueça a ideia equivocada de colocar um estagiário ou aquela funcionária que “escreve direitinho” para fazer esse trabalho. Nesse momento, o amadorismo deve ficar de lado. Marketing é para profissionais.

Para conseguir alcançar seu objetivo você vai precisar de gente que domine o assunto. O profissional de comunicação vai conseguir traçar um plano que orientará sua estratégia de geração de conteúdo. Ele vai solucionar impasses como: quais serão os temas abordados nos textos? qual público queremos atingir? qual será periodicidade dos posts? quais canais de comunicação serão utilizados? quais outras estratégias serão adotadas para multiplicar a visibilidade das informações?

Investimento baixo com retorno duradouro

O Marketing de Conteúdo é uma ferramenta certeira e com custos mais baixos do que os de uma publicidade convencional. Para veicular anúncios em televisão ou mídias impressas, sua empresa terá de despender grandes quantias. O resultado será alcançado, sem dúvida, mas será passageiro, durando apenas o período de veiculação. Com o Marketing de Conteúdo, o retorno é constante.

Uma vez publicada na Internet (seja em um blog, site ou redes sociais) a informação permanecerá disponível por tempo indeterminado. Qualquer pessoa que acessar o canal de comunicação criado pela marca terá à sua disposição todo o conteúdo gerado por ela. Além disso, esse material também surgirá em buscas na Internet. Por isso, quanto maior o volume de conteúdo gerado, de forma séria e inteligente, maior e mais duradouro também será o retorno.

Pequenas empresas também podem investir

Concorrer com grandes marcas, que possuem mais recursos e nomes consolidados, é um desafio para as pequenas empresas. O que os gestores desses negócios precisam entender é que as estratégias de Marketing foram feitas para todos, não são um privilégio de poucos.

A partir do momento em que o pequeno empresário conhecer seu público alvo, terá condições de promover estratégias de Marketing eficientes. Profissionais capacitados saberão aliar orçamentos curtos ao plano de comunicação. E o Marketing de Conteúdo é um instrumento muito poderoso nesses casos.

E você, já planejou a estratégia de marketing de conteúdo da sua empresa?

Open English recebe rodada de investimento de US$ 65 mi

May 3

A escola online de inglês Open English acaba de anunciar um novo aporte de US$ 65 milhões. A Série D foi liderada pela TCV (Tecnologia Crossover Ventures) e foi acompanhada pela Insight e a Redpoint Venture. Com esta última rodada, a empresa contabiliza um total de US$ 120 milhões levantados nos últimos três anos. Confira as informações abaixo:

A Open English, escola online de inglês, recebeu uma rodada de investimentos de US$ 65 milhões, Série D. A TCV (Tecnologia Crossover Ventures) liderou o aporte e foi acompanhada pela Insight e a Redpoint Venture, que já haviam investido anteriormente na startup. Com esta última rodada, a empresa contabiliza um total de US$ 120 milhões levantados nos últimos três anos, uma quantia inédita no setor de tecnologia aliada à educação que permitirá a Open English continuar crescendo em ritmo acelerado. O anúncio chega em um momento bastante positivo para a escola online, que recentemente superou o marco de 100 mil estudantes na região latino-americana.

“Estamos muito felizes com esta última rodada de financiamento, que reforça nossa estratégia de negócios e proporcionará um impulso ainda maior para os nossos planos de expansão”, afirma Andres Moreno, fundador e CEO da Open English. “É muito gratificante contar com parceiros de investimentos que trazem consigo uma experiência inigualável para a empresa. É algo que agrega valor ao nosso negócio muito além do próprio investimento”, completa.

Com o anúncio, o general partner da TCV, Robert Trudeau, passa a integrar o conselho da Open English. Provedora líder de capital para expansão de ativos, A TCV possui um histórico de investimentos bem sucedidos em algumas das empresas mais importantes do universo web e de educação aliada à tecnologia, como Capella Educação, EmbanetCompass (agora parte da Pearson), Expedia, Facebook, K12 Inc., Netflix, Orbitz e Zillow.

“Nossa filosofia é estabelecer relações de longo prazo com empresas de tecnologia promissoras e ajudá-las a atingir seu pleno potencial. Nesse espírito, temos acompanhado o desenvolvimento da Open English há algum tempo e estamos felizes em adicioná-la ao nosso portfólio”, comemora  Trudeau. “Andres e a sua equipe construíram uma plataforma inovadora, um serviço útil e eficaz para os alunos aliado a uma marca icônica – tudo isso, em poucos anos. Nossa intenção é ajudar a Open English a continuar construindo essa história de sucesso”.

Os recursos obtidos serão utilizados para contratar novos funcionários e expandir as operações para novos mercados, além de reforçar a missão da empresa de revolucionar o modo como as pessoas aprendem inglês, usando uma tecnologia que permita um ensino excelente e um atendimento pessoal extraordinário.

ProveAgora recebe aporte de capital semente da HFPX

Apr 3

A startup ProveAgora.com – uma plataforma que simula um shopping virtual onde o consumidor pode provar a mercadoria antes de efetuar a compra – é a sexta a receber aporte de capital semente da HFPX Participações. As marcas podem adicionar este serviço às suas lojas, oferecendo para seu cliente a comodidade de provar a mercadoria sem sair de casa. A HFPX participa do ProveAgora.com com know-how e networking para divulgação e aprimoramento do sistema, além do aporte financeiro.

A startup foi idealizada pelo publicitário João Marcos e a jornalista Denise Suzuki, ambos de Joinville. João Marcos é o responsável pelo plano de marketing e approach criativo das campanhas do site. Denise cuida do setor comercial do ProveAgora.com. O site agrega várias marcas em um único espaço, e de maneira regionalizada oferece a possibilidade para o consumidor provar em casa os produtos das lojas associadas antes de comprar.

proveagora.com from Prove Agora on Vimeo.

Para usar o serviço, o consumidor se cadastra no site , informa sua cidade e seleciona os produtos que gostaria de comprar, com pré-aprovação de um cartão de crédito. A loja local fará a entrega da mercadoria. Se o cliente gostar dos produtos após prová-los em casa, a compra é efetuada automaticamente pelo sistema, e se não gostar, devolve sem custo algum.

Para o CEO da HFPX Participações, Hugo Fabiano Cordeiro, o portal ProveAgora.com está totalmente alinhado com o conceito omni-channel que a HFPX visa apoiar, além de resolver um enorme problema dos varejistas, que possuem franquias e querem operar o canal de vendas via internet. “O e-commerce é hoje um canal indiscutivelmente importante e nenhuma marca pode ignorá-lo. Com o ProveAgora o varejista consegue explorar essa nova modalidade de negócios, somando forças com as lojas físicas locais. Com esta startup o maior benefício é para o consumidor, que pode provar roupas no conforto de casa, com tempo e ainda compartilhar a decisão de compra com a família”, comenta Hugo.

O valor do aporte não foi divulgado.