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	<title>Comments on: Monetizando a velocidade: Associated Press pode cobrar por vantagem de 30 minutos na divulgação de reportagens</title>
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	<description>Tendências, Apps, Startups, Social Media, venture capital, tudo que um geek precisa saber sobre a Web!</description>
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		<title>By: Monetizando a velocidade: Associated Press pode cobrar por &#8230; &#124; Rede Banner</title>
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		<dc:creator>Monetizando a velocidade: Associated Press pode cobrar por &#8230; &#124; Rede Banner</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:45:16 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a velocidade: Associated Press pode cobrar por &#8230; Após a sua avaliação, vote ou comente Fonte Depois de um verão estabelecendo quais são as guidelines para os blogueiros e para o fair use do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a velocidade: Associated Press pode cobrar por &#8230; Após a sua avaliação, vote ou comente Fonte Depois de um verão estabelecendo quais são as guidelines para os blogueiros e para o fair use do [...]</p>
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		<title>By: Humberto Massa</title>
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		<dc:creator>Humberto Massa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:55:57 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Diego. Eu fico pensando o tempo todo que o problema nesse modelo é que eu não sei se as grandes agências vão ter &quot;furos&quot; exclusivos. À medida que o twitter e outras redes sociais tornam-se transmissoras de notícias, talvez sobre aos veículos maiores a responsabilidade por uma análise criteriosa, checagem de fatos, etc. Esse conteúdo é que eu consideraria premium.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Diego. Eu fico pensando o tempo todo que o problema nesse modelo é que eu não sei se as grandes agências vão ter &#8220;furos&#8221; exclusivos. À medida que o twitter e outras redes sociais tornam-se transmissoras de notícias, talvez sobre aos veículos maiores a responsabilidade por uma análise criteriosa, checagem de fatos, etc. Esse conteúdo é que eu consideraria premium.</p>
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		<title>By: Humberto Massa</title>
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		<dc:creator>Humberto Massa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:55:00 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Diego. Eu fico pensando o tempo todo que o problema nesse modelo é que eu não sei se as grandes agências vão ter &quot;furos&quot; exclusivos. À medida que o twitter e outras redes sociais tornam-se transmissoras de notícias, talvez sobre aos veículos maiores a responsabilidade por uma análise criteriosa, checagem de fatos, etc. Esse conteúdo é que eu consideraria premium.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Diego. Eu fico pensando o tempo todo que o problema nesse modelo é que eu não sei se as grandes agências vão ter &#8220;furos&#8221; exclusivos. À medida que o twitter e outras redes sociais tornam-se transmissoras de notícias, talvez sobre aos veículos maiores a responsabilidade por uma análise criteriosa, checagem de fatos, etc. Esse conteúdo é que eu consideraria premium.</p>
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		<title>By: Diego Gomes</title>
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		<dc:creator>Diego Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:26:58 +0000</pubDate>
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		<description>Idéia interessante, Carlos, acho que amadurecida pode ter um grande potencial. Mas tenho alguns poréns. Na ânsia por publicar rápido, as pessoas passam a publicar com menos qualidade, menos revisão e tende-se a ter mais problemas com informações e notícias duvidosas. Uma possível maneira de ajustar isso pode ser atribuindo-se um karma a cada jornalista. Devem haver várias outras.
Um outro ponto que levanto seria relacionado à commoditização da notícia real-time. Hoje uma notícia sai em algum lugar ou alguém recebe uma informação privilegiada e em alguns minutos a mesma está se espalhor e está em blogs e veículos menores. (abraço pro Tio Arrignton)
Para os grande veículos, furo = pageviews e tráfego momentâneo = lucro em publicidade.
Com uma web cada vez mais real-time, o furo se comoditiza e a tendência é valorizar-se a análise, a compilação e a edição. Quem sabe um novo modelo de negócio não pode surgir daí? o GigaOm nos EUA por exemplo acaba de abrir sua área de conteúdo PRO, 100% paga. Será que este modelo vinga e outros players adotam? Ou ainda viveremos por algum tempo a ditadura do &quot;furo de reportagem&quot;? Quem se habilita a dar uns palpites?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Idéia interessante, Carlos, acho que amadurecida pode ter um grande potencial. Mas tenho alguns poréns. Na ânsia por publicar rápido, as pessoas passam a publicar com menos qualidade, menos revisão e tende-se a ter mais problemas com informações e notícias duvidosas. Uma possível maneira de ajustar isso pode ser atribuindo-se um karma a cada jornalista. Devem haver várias outras.<br />
Um outro ponto que levanto seria relacionado à commoditização da notícia real-time. Hoje uma notícia sai em algum lugar ou alguém recebe uma informação privilegiada e em alguns minutos a mesma está se espalhor e está em blogs e veículos menores. (abraço pro Tio Arrignton)<br />
Para os grande veículos, furo = pageviews e tráfego momentâneo = lucro em publicidade.<br />
Com uma web cada vez mais real-time, o furo se comoditiza e a tendência é valorizar-se a análise, a compilação e a edição. Quem sabe um novo modelo de negócio não pode surgir daí? o GigaOm nos EUA por exemplo acaba de abrir sua área de conteúdo PRO, 100% paga. Será que este modelo vinga e outros players adotam? Ou ainda viveremos por algum tempo a ditadura do &#8220;furo de reportagem&#8221;? Quem se habilita a dar uns palpites?</p>
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		<title>By: Diego Gomes</title>
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		<dc:creator>Diego Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:26:00 +0000</pubDate>
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		<description>Idéia interessante, Carlos, acho que amadurecida pode ter um grande potencial. Mas tenho alguns poréns. Na ânsia por publicar rápido, as pessoas passam a publicar com menos qualidade, menos revisão e tende-se a ter mais problemas com informações e notícias duvidosas. Uma possível maneira de ajustar isso pode ser atribuindo-se um karma a cada jornalista. Devem haver várias outras.
Um outro ponto que levanto seria relacionado à commoditização da notícia real-time. Hoje uma notícia sai em algum lugar ou alguém recebe uma informação privilegiada e em alguns minutos a mesma está se espalhor e está em blogs e veículos menores. (abraço pro Tio Arrignton)
Para os grande veículos, furo = pageviews e tráfego momentâneo = lucro em publicidade.
Com uma web cada vez mais real-time, o furo se comoditiza e a tendência é valorizar-se a análise, a compilação e a edição. Quem sabe um novo modelo de negócio não pode surgir daí? o GigaOm nos EUA por exemplo acaba de abrir sua área de conteúdo PRO, 100% paga. Será que este modelo vinga e outros players adotam? Ou ainda viveremos por algum tempo a ditadura do &quot;furo de reportagem&quot;? Quem se habilita a dar uns palpites?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Idéia interessante, Carlos, acho que amadurecida pode ter um grande potencial. Mas tenho alguns poréns. Na ânsia por publicar rápido, as pessoas passam a publicar com menos qualidade, menos revisão e tende-se a ter mais problemas com informações e notícias duvidosas. Uma possível maneira de ajustar isso pode ser atribuindo-se um karma a cada jornalista. Devem haver várias outras.<br />
Um outro ponto que levanto seria relacionado à commoditização da notícia real-time. Hoje uma notícia sai em algum lugar ou alguém recebe uma informação privilegiada e em alguns minutos a mesma está se espalhor e está em blogs e veículos menores. (abraço pro Tio Arrignton)<br />
Para os grande veículos, furo = pageviews e tráfego momentâneo = lucro em publicidade.<br />
Com uma web cada vez mais real-time, o furo se comoditiza e a tendência é valorizar-se a análise, a compilação e a edição. Quem sabe um novo modelo de negócio não pode surgir daí? o GigaOm nos EUA por exemplo acaba de abrir sua área de conteúdo PRO, 100% paga. Será que este modelo vinga e outros players adotam? Ou ainda viveremos por algum tempo a ditadura do &#8220;furo de reportagem&#8221;? Quem se habilita a dar uns palpites?</p>
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		<title>By: Carlos Ribeiro</title>
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		<dc:creator>Carlos Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:23:05 +0000</pubDate>
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		<description>Essa idéia pode ir longe!

Imagine um sistema de leilão reverso de notícias, parecido com o AdWords. De um lado, os jornais e blogs que querem publicar &quot;compram&quot; palavras chave ou tags. Por exemplo - um jornal esportivo compra as palavras &quot;futebol&quot; e &quot;olimpíadas&quot;. Já a RWW compra a palavra &quot;startup&quot;. Do outro lado, o repórter (que pode ser independente!) escreve uma notícia sobre um assunto qualquer e coloca tags relevantes. No meio fica a AP (ou outra agência do tipo), que faz o leilão no estilo AdWords: quem paga mais leva a prioridade da notícia, com decisão em tempo real. O dinheiro é dividido com o repórter que escreveu a notícia.

Se a prioridade for feita em termos de tempo (30 minutos, por exemplo) fica um sistema justo, que evita monopólio, e ao mesmo tempo cria incentivos econômicos para todos os envolvidos. Será que a AP está indo nesse caminho?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa idéia pode ir longe!</p>
<p>Imagine um sistema de leilão reverso de notícias, parecido com o AdWords. De um lado, os jornais e blogs que querem publicar &#8220;compram&#8221; palavras chave ou tags. Por exemplo &#8211; um jornal esportivo compra as palavras &#8220;futebol&#8221; e &#8220;olimpíadas&#8221;. Já a RWW compra a palavra &#8220;startup&#8221;. Do outro lado, o repórter (que pode ser independente!) escreve uma notícia sobre um assunto qualquer e coloca tags relevantes. No meio fica a AP (ou outra agência do tipo), que faz o leilão no estilo AdWords: quem paga mais leva a prioridade da notícia, com decisão em tempo real. O dinheiro é dividido com o repórter que escreveu a notícia.</p>
<p>Se a prioridade for feita em termos de tempo (30 minutos, por exemplo) fica um sistema justo, que evita monopólio, e ao mesmo tempo cria incentivos econômicos para todos os envolvidos. Será que a AP está indo nesse caminho?</p>
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		<title>By: Carlos Ribeiro</title>
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		<dc:creator>Carlos Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Essa idéia pode ir longe!

Imagine um sistema de leilão reverso de notícias, parecido com o AdWords. De um lado, os jornais e blogs que querem publicar &quot;compram&quot; palavras chave ou tags. Por exemplo - um jornal esportivo compra as palavras &quot;futebol&quot; e &quot;olimpíadas&quot;. Já a RWW compra a palavra &quot;startup&quot;. Do outro lado, o repórter (que pode ser independente!) escreve uma notícia sobre um assunto qualquer e coloca tags relevantes. No meio fica a AP (ou outra agência do tipo), que faz o leilão no estilo AdWords: quem paga mais leva a prioridade da notícia, com decisão em tempo real. O dinheiro é dividido com o repórter que escreveu a notícia.

Se a prioridade for feita em termos de tempo (30 minutos, por exemplo) fica um sistema justo, que evita monopólio, e ao mesmo tempo cria incentivos econômicos para todos os envolvidos. Será que a AP está indo nesse caminho?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa idéia pode ir longe!</p>
<p>Imagine um sistema de leilão reverso de notícias, parecido com o AdWords. De um lado, os jornais e blogs que querem publicar &#8220;compram&#8221; palavras chave ou tags. Por exemplo &#8211; um jornal esportivo compra as palavras &#8220;futebol&#8221; e &#8220;olimpíadas&#8221;. Já a RWW compra a palavra &#8220;startup&#8221;. Do outro lado, o repórter (que pode ser independente!) escreve uma notícia sobre um assunto qualquer e coloca tags relevantes. No meio fica a AP (ou outra agência do tipo), que faz o leilão no estilo AdWords: quem paga mais leva a prioridade da notícia, com decisão em tempo real. O dinheiro é dividido com o repórter que escreveu a notícia.</p>
<p>Se a prioridade for feita em termos de tempo (30 minutos, por exemplo) fica um sistema justo, que evita monopólio, e ao mesmo tempo cria incentivos econômicos para todos os envolvidos. Será que a AP está indo nesse caminho?</p>
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