E o Cloud Computing Já Ajuda Tropas do EUA na Identificação de Rebeldes no Afeganistão…

E é do Afeganistão que vem as últimas notícias sobre computação em nuvem. Um general do EUA declarou que os militares estão usando a computação em nuvem para criar uma rede entre os soldados que estão no ar e os que estão no chão.

De acordo com o Network World, “o hardware básico e a tecnologia de software está sendo embalada em caixas de celulares que ainda este ano vão começar a desempenhar um papel fundamental na comunicação dos soldados que estejam voando com os que estejam em terra.”

É claro que os militares têm uma descrição muito mais oficial da infra-estrutura desta nova tecnologia. O tenente-general Richard Zahner diz que é “um aparelho em nuvem do governo,” seja lá o que quer que isso signifique.

Hoje em dia vemos muito as pessoas falando que vão levar a computação em nuvem para alguma área ou indústria. Isso mostra o quão abrangente ficou a computação em nuvem, quase ao ponto do absurdo. É isso ou a computação em nuvem está formando um cobertor sobre nós, se tornando uma norma universal e não a exceção.

A implantação real no Afeganistão é muito interessante, embora esteja mais para uma complexa rede projetada para conectar pessoas em terrenos acidentados do que para uma infra-estrutura de computação em nuvem.

Segundo o Network World, o exército está montando “nós de computação em nuvem móveis que serão montados de um hardware especialmente projetado (medindo cerca de 0,6m por 0,6m por 0,6m) em uma rede terrestre baseada em IP, que incluirá segurança e wireless 3G (trafegando inclusive dados biométricos dos soldados) e cobrirá áreas instáveis do Afeganistão.”

Isso parece muito interessante. Os nós serão implantados com a inclusão de aeronaves que permanecem no ar por vários dias. Esses nós irão ajudar as tropas terrestres que estarão utilizando as ferramentas de apoio nas decisões para compreender a identidade de um pessoa que se aproxima de um soldado.

Saber quem é rebelde e ou não é um desafio para os soldados no Iraque e no Afeganistão. É aí que entra a biometria. Parece que os militares estão fazendo um grande esforço para conseguir impressões digitais para identificação. Se os militares conseguirem impressões digitais suficientes, eles podem então saber até certo ponto, quem está fazendo bombas, quem é um militante e quem não é.

Dá pra ver como essa rede terrestre pode ser conectada aos nós aéreos que se comunicam com uma grande rede em nuvem. Isso mostra que podemos estar chegando a um ponto em que a nuvem estará em todo lugar. Em casa, no trabalho, nos terrenos acidentados do Afeganistão onde os dados definem a relação entre civis, rebeldes e soldados.

Essa não é a primeira tendência que invade o exército do EUA, em Junho escrevemos sobre uma empresa estava desenvolvendo uma tecnologia de RA que ajudaria o exército norte-americano no combate. A cada ano que passa os filmes e jogos começam a fazer mais sentido, já que ficam cada vez mais perto da realidade.

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