Com 46,3 milhões de usuários cadastrados, o Brasil superou a Índia e alcançou a segunda posição no ranking de maior população do Facebook, perdendo apenas para os EUA, segundo o site SocialBakers. Em 2011, os números levantados pelo e-bit apontaram que o comércio eletrônico nacional faturou R$ 18,7 bilhões.

Com esses números extremamente positivos, por que não unir o potencial das redes sociais com o e-commerce? Dessa ideia, surgiu o inovador modelo de negócios no país como a primeira rede social de social commerce, a Oxibiz, um espaço online onde além de compartilhar informações e fazer network, o usuário pode criar a própria loja virtual.

“Sempre vimos os ‘market places’ com bons olhos, e resolvemos inovar trazendo mais interação social para todo o e-commerce. Então a Oxibiz é um espaço onde qualquer pessoa ou empresa pode construir a loja virtual, sem burocracia e custos, permitindo ainda que as pessoas debatam e opinem sobre os produtos, as lojas e diversos temas”, explica Cássio Krupinsk, um dos fundadores da Oxibiz ao lado de Michael Albin.

Rede social e shopping virtual

Reunindo o que há de melhor em termos de tecnologia e navegação em redes sociais e market places, a Oxibiz funciona de forma simples e prática.

O usuário se cadastra, cria o perfil e passa a contar com um mural de atualizações, onde são compartilhadas informações entre ele e seus contatos. No próprio perfil, é possível a criação de uma loja virtual, onde o usuário pode passar a oferecer produtos e serviços, inclusive, oferecendo cupons de descontos para os seguidores.

A Oxibiz leva suas ofertas para além do próprio site. Através de plug-ins, o usuário pode replicar suas ofertas em qualquer outro site, ampliando a visibilidade para os compradores fora da rede. Para aqueles que só têm interesse de compra, a rede social traz o Oxishop, a vitrine virtual que reúne produtos e serviços apresentados por todos os vendedores.

Sistema de pagamento próprio

Para levar mais segurança a todas as transações, a Oxibiz desenvolveu o próprio meio de pagamentos, o Oxipag, que reúne apenas as informações pessoais e de entrega, sem ter nenhum contato com os dados do cartão, estes que são manipulados única e exclusivamente pela Cielo. A solução apresenta uma série de formas de pagamento, como os cartões VISA, Mastercard, American Express, Elo e Visa Electron, além de transferência online com os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil e boleto bancário.

Com o Oxipag, o consumidor paga, e assim que a entrega do produto ou realização do serviço for finalizada, a Oxibiz libera o pagamento para o vendedor, propiciando mais garantias para todos os lados da negociação.

Moeda própria e permuta multilateral

A Oxibiz levará a possibilidade de troca de produtos e serviços no e-commerce. Para isso, a rede social criou o dinheiro virtual Biz. A partir da transferência de créditos Biz entre contas, os vendedores podem comprar e vender bens, mantendo seu fluxo de caixa.

“Acreditamos que o sistema de permuta multilateral aplicado ao social commerce através de uma moeda virtual será um grande diferencial, ajudará empresas e vendedores a conservar o fluxo de caixa, eliminando estoque parado, capacidade ociosa e, principalmente, abrindo um novo canal de vendas”, explica Michael Albin, sócio fundador da Oxibiz.

Investimento e expectativas

Prezando pela usabilidade, navegação intuitiva e amigável, além do modelo de negócio inovador nesta rede social de social commerce, a expectativa dos empreendedores são as melhores. “Esperamos em cinco anos nos tornar líder de mercado entre os market places. A expectativa é que em dois anos de operações tenhamos mais de R$ 408 milhões em vendas transacionados e mais de R$ 2 milhões de negócios realizados. Se mantivermos essas previsões, devemos fechar o segundo ano com uma receita superior a R$ 47 milhões”, completa Krupinsk.