Desenvolvimento nas Nuvens. Sempre Vencem as Plataformas Abertas

Em uma pesquisa recente realizada pela Evans Data, a Google e a IBM receberam muitos elogios da comunidade de desenvolvedores pelas suas api’s.

O que eles tem em comum? Os desenvolvedores querem que a nuvem seja simples de usar. Eles querem que a inclusão de dados nela seja tão fácil quanto a retirada desses dados. E eles querem que ela seja segura.

A pesquisa da Evans Data analisou toda a gama de problemas relacionados à computação em nuvem, e suas conclusões focam as dualidades entre as nuvens privadas e públicas.

A Google e a IBM compartilham um denominador comum. Ambos aplicam os princípios do código aberto nos seus esforços de computação em nuvem. Isso facilita para os desenvolvedores trabalharem com as plataformas.

Isso nos leva a pensar em um problema que temos com os termos utilizados para a computação em nuvem. Não importa se uma nuvem é pública e outra é privada. O importante é engajar a maioria dos desenvolvedores. Para isso, você precisa se abrir, e fomentar o código aberto.

Se interessa por cloud computing? Confira nosso report, the Future of the Cloud.

Retirado do relatório:

“Como uma indústria, nós estamos saindo de uma fase de infraestrutura de computação em nuvem que tem sido impulsionada pela virtualização de servidores e escalabilidade. Agora estamos avançando para a próxima fase de plataformas em nuvem, onde os trabalhos de ordem superior como os serviços de colaboração e comunicação são os principais drivers. Nesta fase, a ação será na forma como a nuvem escala o trabalho feito pelas pessoas, e como uma constante infraestrutura suporta aplicações que cortam os gastos e geram receita.

É nesta fase que vamos descartar a nossa classificação anterior de IaaS, SaaS, e PaaS, e os tipos de nuvem privada, híbrida e pública, e, ao invés disso, focaremos nas plataformas que vão de ponta a ponta e nos ecossistemas emergentes. A fundação do ecossistema emergente baseia-se no seguinte…”

A Google está atraindo desenvolvedores como qualquer provedor de nuvem. A prova está nas chamadas que sua API recebe. De acordo com o Programmable Web, a Google é top no clube das APIs bilionárias.

A IBM está desenvolvendo um ecossistema que inclui o RightScale e o Kaavo para a implantação de aplicações e cargas de trabalho. O Navajo Systems fornece um layer de segurança adicional. O Silanis é usado para as assinaturas eletrônicas. O VMLogix serve para testes manuais, funcionais e de compatibilidade. O AppFirst fornece monitoramento de desempenho. E o SOASTA CloudTest ajuda na entrega de testes de carga e performance.

O que também importa são as pessoas: atraia os desenvolvedores com o que você pode fornecer para eles, e não com a adoção de termos que, ao longo prazo, ninguém irá se preocupar.

Mas nem todos concordam com isso. Alguns pensam que a própria nuvem que precisa nos deixar, e não os termos IaaS, PaaS e SaaS. E você, o que acha?

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